Uma das definições do projeto é que a central será organizada em três pavilhões, para a realização de atividades específicas. No pavilhão A, serão comercializados gêneros alimentícios e mantidos os estabelecimentos atuais.
O pavilhão B será destinado à distribuição de alimentos da agricultura familiar, e no C haverá prestação de serviços e espaço para a venda de confecções e artesanatos. Neste compartimento também será construído um anfiteatro. O projeto também inclui a cobertura do canal, que será transformado em área de lazer.
As discussões sobre a reforma da Central do Malhado estão previstas para prosseguirem na próxima semana. A revitalização exigirá recursos da ordem de R$ 20 milhões, captados junto aos governos Federal e Estadual. Com a reforma, a central terá condições de abrigar cerca de 10 mil pessoas trabalhando, inclusive do segmento que sobrevive da agricultura familiar.
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