De acordo com o secretario Mauricio Trindade, a ideia da proibição surgiu após a realização de visitas e pesquisas juntamente com as associações de moradores e assistentes sociais em diversos bairros da capital cujas queixas dos moradores têm sido recorrentes no que se refere à grande concentração de grupos de pessoas – entre eles moradores de rua – em locais públicos para beber cachaça ou bombinha, como é conhecida popularmente a bebida, tirando a tranquilidade das pessoas que residem nas imediações dessas áreas.
Ainda segundo o secretario, o teor alcoólico da aguardente é considerado alto e prejudicial, chegando a ser sete vezes maior que das outras bebidas. Ainda segundo ele, o uso da bebida em locais públicos a qualquer hora do dia tem trazido prejuízos não apenas para a comunidade, mas principalmente para os bebedores que acabam perdendo emprego, gerando desavenças familiares além de ser uma porta de entrada para outras drogas como o crack .
TRIBUNA DA BAHIA
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