Em 1917, a crise no comércio exterior, causada pela Primeira Guerra Mundial (1914-1918), aumentava preços, diminuía salários e provocava escassez de alimentos no Brasil. Para atenuar os efeitos, os patrões esticavam as jornadas de trabalho e revoltavam os trabalhadores, que organizaram uma grande passeata em 9 de julho, em São Paulo. Na marcha, o sapateiro Antonio Martinez foi morto pela polícia, e o assassinato tornou-se o estopim para a primeira greve geral do Brasil.
O Plano Verão, lançado em janeiro de 1989, revoltou a população brasileira e impulsionou a segunda greve geral da história do País. A lei modificava o índice de rendimento da caderneta de poupança, gerando perdas de até 20%, congelava preços e salários e criava uma nova moeda, o Cruzado Novo.
Em 1991, no governo de Fernando Collor de Mello, a CUT, Confederação Geral dos Trabalhadores e Central Geral dos Trabalhadores convocaram nova greve geral, com adesão de 20 milhões de pessoas, que pediam reposição das perdas salariais, garantia de emprego, defesa dos serviços públicos, reforma agrária, fim do aumento abusivo nos preços dos aluguéis e prestações da casa própria.
TERRA
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