O Movimento foi cobrar do poder público os já prometidos balancetes das empresas de ônibus, fundamentais para que a sociedade analise o real custo da passagem de ônibus na cidade e possa estimar, através de apreciação técnica de professores da Uesc e estudiosos da área, o preço mais justo da passagem, após as desonerações do IPI e do óleo diesel dos ônibus.
"Há m consenso de que o poder público está demorando em dar uma resposta a sociedade, já que sempre esteve com os contratos que foram fornecidos e pediu um prazo de duas semanas para se verificar a possibilidade no contrato de cobrar as empresas os balancetes", asseguram os manifestantes. Eles garantem que em uma "leitura dinâmica" realizada pelo grupo, em menos de duas horas, foram detectados dois artigos que asseguram este direito à sociedade civil organizada.
JORNAL BAHIA ONLINE
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