"É uma tristeza generalizada, um desespero. Não só pela condição de filha, mas porque ela era uma pessoa, uma boa menina, uma boa filha. Pai, mãe, irmão, sobrinhos, tios, a família está toda desesperada", disse ao G1 o tio da escrivã, Nazareno Weimar Thé.
Além da escrivã, a investigadora Marilene Moraes também foi esfaqueada dentro da delegacia. Francisco Alves da Costa, 47 anos, foi intimado a prestar depoimento na delegacia por ser suspeito de estuprar duas filhas adolescentes. Quando prestava o depoimento, ele acabou atacando a escrivã com uma faca de cozinha que levou consigo.
A investigadora estava próxima e ouviu os gritos, entrando na sala para ver o que ocorria - e assim acabou sendo esfaqueada também pelo suspeito.
O corpo da escrivã foi encaminhado para Teresina, onde ela morava. A investigadora passa bem.
O suspeito foi preso minutos depois no Terminal Rodoviário, possivelmente tentando fugir.
CORREIO DA BAHIA
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