Três anos antes da realização da cirurgia, Didier, teve que ser submetido a várias mudanças na sua vida para fazer a remoção do tumor que pesava 20% do seu peso total. "Ele se sentiu muito mal antes da cirurgia, pois a condição o impedia de fazer um monte de atividades que ele gostava de fazer. Quando ouvia as pessoas chamando-o de ‘menino tartaruga’, sentia-se muito triste e me perguntava, ‘Por que eu tenho isso?’. Era uma pergunta muito difícil de responder", disse a mãe do garoto ao site Daily Mail.
A doença foi diagnosticada como Nevo Melanocítico Congênito. Após o diagnóstico, o cirurgião plástico, Neil Bulstrode, operou a criança. Segundo o site, o maior medo do cirurgião era de que o tumor se tornasse maligno. "Didier foi o pior caso que já vi. Efetivamente, três quartos da circunferência de seu corpo foram afetados", contou.
A doença foi diagnosticada como Nevo Melanocítico Congênito. Após o diagnóstico, o cirurgião plástico, Neil Bulstrode, operou a criança. Segundo o site, o maior medo do cirurgião era de que o tumor se tornasse maligno. "Didier foi o pior caso que já vi. Efetivamente, três quartos da circunferência de seu corpo foram afetados", contou.
Didier pode ter uma vida normal, pois a operação foi considerada um sucesso
(Foto: Reprodução Daily Mail)
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Hoje em dia, Didier pode ter uma vida normal e a operação foi considerada um sucesso."Um dos principais focos para nós era tentar fazer com que Didier se sentisse melhor para poder se reintegrar na sociedade. Claro, também para aliviar o enorme peso que ele carregava, que era como se ele carregasse um saco de batatas eternamente”, contou o cirurgião.,
Reportagem iBahia
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