A diretora jurídica da APLB, Marilene Betros, disse que o sindicato até aceita a reposição da inflação, mas não quer o parcelamento, como aconteceu em anos anteriores. "Nossa posição é a do reajuste integral. Queremos sentar com o governo para discutir", declarou Marilene.
A proposta do governo - aceita por representantes de 13 sindicatos em plenária da Associação dos Funcionários Públicos do Estado (Afpeb) e Federação dos Trabalhadores Públicos da Bahia (Fetrab) - é pagar a o reajuste em duas parcelas (3,5% retroativos a março e 2,91% em novembro).
Segundo Marilene, o dia 24 de abril marca o aniversário da APLB. Já no dia 30, está prevista uma paralisação nacional, organizada pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE). ATARDE
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