"Eu queria explicar aquela história da polêmica de falar no final. É que na Olimpíada é diferente. Copa do Mundo tem um ponto onde você tem que dar entrevista. Explicar para milhões e milhões de pessoas. Ninguém em momento algum reclamou que não foi dada uma entrevista à Globo ou essa questão", começou Bueno, que continuou: "Quando eu disse que o jogador tem obrigação de falar e você (Ronaldo) falou 'depois eles vão falar', é que existe um protocolo a ser cumprido. Tanto que quando os jogadores estavam saindo, uma moça dizia: 'é por lá que vocês têm que sair'. Lá estão as televisões, todas, do mundo inteiro, que têm os direitos de transmissão. Os jogadores tem por obrigação passar por lá e não fizeram correto".
Em seguida, o narrador condenou o capitão da Seleção, o jogador Neymar: "E o Neymar, que elogiamos hoje, não fez o correto, como capitão do time, de sair com fones de ouvido ali naquela zona mista, que tantas vezes você (Ronado) passou com vontade nenhuma de falar e sempre falou por obrigação, pelo nome que você tinha", observou, condenando a postura do dono da braçadeira da seleção olímpica. Galvão acrescentou: "O capitão não pode sair dali sem falar. Não acho que se Bellini, Mauro Ramos, Carlos Alberto, Dunga, Cafu, os capitães dos títulos fizessem uma coisa dessas, então são coisas distintas, é o protocolo que determina isso".
Apesar dos comentários polêmicos, após a vitória da Seleção sobre os dinamarqueses, o narrador tentou apaziguar suas críticas a Neymar.
"Esse é o Neymar que todo mundo esperava na Olimpíada. É um Neymar muito mais perto daquele que a gente esperava. O grande craque, o grande nome, é dos principais jogadores do mundo, é a grande estrela com nome e prestígio, pedindo para a torcida vibrar. Essa é a atitude que se espera dele. O craque pode jogar para o time. Não precisa ficar driblando todo mundo", falou.
Nas redes sociais, a "briga" entre Galvão e Neymar virou motivo de piada. Internautas compararam a relação do apresentador com o jogador como a de um casal em crise. EXTRA
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