Bolsonaro, que deixou o Brasil no dia 30 de dezembro, é alvo de uma investigação do Supremo Tribunal Federal (STF) que investiga a um possível envolvimento nos atos golpistas ocorridos no dia 8 de janeiro. A situação do ex-presidente ficou mais delicada após o caso das joias.
De acordo com a publicação, existem dois caminhos para se chegar a Bolsonaro. O caso dos atos golpista é considerado mais lento, pois as provas coletadas ainda não perto do ex-presidente. A exceção é o ex-ministro da Justiça Anderson Torres, que segue preso.
Já o caso das joias é considerado a forma mais rápida pela existência de provas que afetam diretamente Bolsonaro. Segundo uma fonte ouvida pela coluna, falta apenas “coragem” por parte da Justiça, pois "o flagrante está dado".
Com as duas investigações, integrantes da PF avaliam que uma condenação de Bolsonaro apenas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o que poderia deixa-lo inelegível, seria vantajosa para o ex-presidente, pois as duas investigações podem causar um estrago ainda maior a ele.
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