COUTINHO NETO

COUTINHO NETO
CORRETOR DE IMÓVEIS

CORRETOR DE IMÓVEIS

CORRETOR DE IMÓVEIS
COUTINHO NETO - 73-99120-7942 WHATS.

COUTINHO NETO

COUTINHO NETO
73-99998-6830 - WHATS

CARMEM COUTINHO

CARMEM COUTINHO
73-99120-7942

PEDRO AUGUSTO

PEDRO AUGUSTO
CORRETOR DE IMÓVEIS EM ILHÉUS

ACESSE NO SITE

ACESSE NO SITE
ACESSE NOSSO SITE DE OPÇÕES IMOBILIÁRIAS

PLANAF

PLANAF
PLANAF

quinta-feira, 10 de setembro de 2026

Japão restringe Airbnb e outras plataformas para combater turismo excessivo; entenda

 

Foto: Unsplash
Foto: Unsplash

Turistas que desejam visitar Tóquio deverão repensar a estrutura de hospedagem. Uma das cidades mais famosas do Japão, que atrai estrangeiros do mundo inteiro, enfrentará uma proibição de mais da metade dos aluguéis de curta duração, como aqueles oferecidos por plataformas como Airbnb e Booking.

A restrição ocorrerá no popular bairro de Shinjuku, segundo o plano anunciado oficialmente pelo prefeito da região em março deste ano. O local é conhecido por ter forte movimento de turistas com distrito comercial e variedades de entretenimento.

O bairro detém cerca de 10% dos 42 mil aluguéis temporários existentes no Japão, ao mesmo tempo em que possui uma grande população residencial cada vez mais preocupada com o fluxo de viajantes que não descartam o lixo corretamente, fumam onde não deveriam e fazem muito barulho.

Um funcionário de Shinjuku que supervisiona aluguéis de férias na região revelou à AFP que a ideia é proibir a hospedagem privada em propriedades particulares nas zonas residenciais e nas áreas próximas às escolas. A política deve ser aplicada aos imóveis já existentes e aos que forem construídos.

Para os japoneses, o turismo excessivo tornou-se motivo de congestionamento, locais de lazer lotados e um aumento expressivo dos preços dos imóveis.

Reclamações como essa também surgiram em outras cidades pelo mundo, como Nova York e Barcelona.

A proibição de aluguéis por temporada em algumas propriedades de Shinjuku foi anunciada depois que a Agência de Turismo do Japão reconheceu, em julho, o direito dos municípios de regular as acomodações de curta duração nos casos em que ambientes considerados “tranquilos” sejam ameaçados, prejudicando manutenção da comunidade local.

Nenhum comentário:

Postar um comentário