Para decidir qual será seu posicionamento, Marina vai se reunir com organizadores do Rede durante o dia e depois convocar uma coletiva de imprensa para anunciar se vai para algum partido ou se ficará de fora das eleições.
O objetivo era concorrer pelo próprio partido, o Rede Sustentabilidade. No entanto, sem assinaturas suficientes para comprovar que tem apoio popular, o TSE (Tribunal Superior Eleitoral), negou o registro para a nova legenda.
Marina disse diversas vezes que não tinha um plano B, caso o partido não saísse do papel. Após a decisão da Justiça Eleitoral, ela reafirmou que vai continuar trabalhando para a concretização do Rede. Mas desconversa quando o assunto é a eleição do ano que vem.
— Eu tenho um plano A e continuo no plano A. Vou discutir com os meus companheiros, porque o plano A é a Rede Sustentabilidade e ela continua como projeto político. [...] O plano A já é vitorioso.
R7
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