O estado de abandono do prédio, há cerca de nove anos, ocasionou a concentração de cidadãos em situação de rua, usuários de drogas, marginais e vândalos que fazem as necessidades fisiológicas no espaço da antiga unidade de saúde. “A gente trabalha assustado, à noite, o local é deserto, virou ponto de assalto, consumo de drogas, e esconderijo para marginais”, atesta um taxista que atua nas proximidades.
Segundo informação dos moradores, houve o início de intervenções no prédio, inclusive foram retirados o telhado e a calha. Mas como a obra foi interrompida, o fato trouxe ainda mais danos, provocando infiltrações em imóveis do entorno, por conta do escoamento da água pluvial. Em uma casa ao lado da propriedade, por exemplo, é possível perceber estragos no forro do teto e assoalho de madeira, as paredes estão mofadas, apresentando sinais de rachaduras, e até um quarto da residência foi interditado por apresentar alta umidade, o que começou a provocar doenças nos moradores, além do risco de desabamento.
ASCOM IOS
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