Em nota, a Embasa, que impetrou o recurso contra a liminar, informou que ainda pretende tomar novas medidas judiciais para assegurar o reajuste que, com a nova decisão, já entrou em vigor nesta segunda-feira, 6.
A suspensão, proferida pela desembargadora na última sexta, 3, considera que a liminar "ofende a ordem pública", representando "uma indevida ingerência do Poder Judiciário na competência do Executivo", podendo "comprometer a implantação de projetos de universalização do saneamento básico, contrariando o interesse público".
Responsável pela liminar, o juiz Ruy Brito, por sua vez, tinha acatado ação popular movida pelo deputado Pablo Barrozo (DEM). Com cálculos comparativos com os principais índices inflacionários, Barrozo alegou que os reajustes aplicados superavam a inflação. ATARDE
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