Visto pela última vez com vida, no dia 2 de abril, na vila de Barra Grande, Península de Maraú, o corpo do comerciante e chef de cozinha jequieense Ramon Reis Santos, de 39 anos, popularmente conhecido como “Ramon Sushi”, ou “Dr. Sushi”, foi encontrado no fim da tarde de quarta-feira (15), em uma área da zona da mata, da localidade.
O corpo em avançado estado de decomposição foi removido para o Instituto Médico Legal-IML, de Itabuna onde ainda permanece. O reconhecimento do corpo, que se encontra bastante desfigurado, pelos 13 dias, entre a ocorrência do crime e o abandono no local onde foi encontrado, teve reconhecimento feito por uma das irmãs da vítima, a partir de uma tatuagem que ele possuía em um dos braços. O reconhecimento no entanto, não é exigência suficiente da medicina legal para a identificação de um cadáver.
A partir da data em que o corpo foi encontrado, somam-se nesta quinta-feira (23), mais 10 dias de angústia para uma família que sofre com a forma brutal como o crime ocorreu. Os familiares ainda esperam da Polícia Civil que investiga o caso, a divulgação dos fatos que resultaram no crime. Ramon Sushi, estava residindo e trabalhando em um restaurante em Barra Grande, havia cerca de um ano.
Nesta sexta-feira (24), Jeremias Santos, pai de Ramon, compareceu ao IML de Itabuna para a coleta de amostras destinadas ao exame de DNA.
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