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segunda-feira, 26 de outubro de 2026

Centrão atribui derrota de Flávio à soberba e se prepara para aderir a Lula

 

Centrão atribui derrota de Flávio à soberba e se prepara para aderir a Lula

Com a reeleição do presidente Lula (PT) no domingo (25/10), caciques do Centrão passaram a enumerar erros eleitorais de Flávio Bolsonaro (PL) e a se prepar para voltar ao barco petista, de olho em espaços no governo.

Em conversas reservadas após o resultado das urnas, líderes do Centrão apontaram que Flávio perdeu por “soberba” e “arrogância” no segundo turno. Falam também em “agressividade com os mais pobres” por parte do senador.

Embora tenham apoiado Flávio no segundo turno, caciques do Centrão avaliam que há espaço para buscarem uma reaproximação com Lula. Para isso, apostam em lideranças de seus partidos que mantiveram ponte com o petista.

O PP de Ciro Nogueira, por exemplo, manteve o ex-ministro André Fufuca (MA) ao lado do presidente reeleito. O Republicanos, por sua vez, tem Silvio Costa Filho (PE). Já o MDB aposta nos diretórios do Norte e Nordeste.

“Parabéns ao presidente Lula, reeleito democraticamente conforme a Constituição de 1988. É um momento em que a vontade popular se fez soberana. Desejamos que ele tenha serenidade para governar o país em favor de TODOS (sic) sem exceção”, escreveu o MDB nas redes sociais.

Centrão já mira Tarcísio

A aliança com o “Lula 4”, contudo, não significa que o Centrão estará com o PT em 2030. Caciques do bloco avaliam que a derrota bolsonarista abrirá espaço para a candidatura do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos).

A avaliação predominante no Centrão é de que os quatro anos até a próxima eleição presidencial permitirão às legendas do bloco se reorganizarem em torno de Tarcísio.

Os partidos do grupo sempre defenderam o nome do governador paulista como candidato ao Palácio do Planalto, mas acabaram preteridos pela escolha de Jair Bolsonaro por seu filho primogênito.

Sem contestação

Mesmo tendo apoiado Flávio no segundo turno, partidos do Centrão dizem que não embarcarão na iniciativa do senador de pedir a anulação das eleições por causa da prorrogação do período de votação.

Em seu discurso após o resultado, Flávio afirmou que não aceitará a derrota em razão da decisão do ministro do STF Cristiano Zanin de acolher um pedido do PT e manter as urnas abertas por mais duas horas, até 19h.

Caciques do Centrão ouvidos pela coluna consideram a iniciativa “equivocada” e dizem que Flávio deveria reconhecer o resultado das urnas, que deram a vitória a Lula, com 64,2 milhões de votos, contra 59,8 milhões do senador.

"Luan" é assassinado a tiros durante velório da tia

 

Medeiros Neto: O homicídio aconteceu na tarde desta sexta-feira, 23 de outubro, por volta das 15h, no bairro Olaria, no município de Medeiros Neto-BA.

O crime

De acordo com as informações, Luan Anacleto de Jesus, de 29 anos, foi morto a tiros enquanto participava do velório de sua tia Zenilde Rocha de Jesus, de 56 anos, conhecida como "Liquinha". O crime ocorreu em via pública do bairro Olaria.

A dinâmica do ataque

Ainda segundo os relatos, dois indivíduos chegaram a bordo de uma motocicleta e se aproximaram do local. Ao perceber a presença dos suspeitos, Luan tentou fugir, mas foi atingido por diversos disparos de arma de fogo, vindo a óbito no local.

Durante o ataque, um veículo que estava estacionado foi atingido, tendo o vidro traseiro estilhaçado.

A morte da tia

O crime ocorreu no momento em que Luan participava do velório de sua tia Liquinha, que morreu na quinta-feira (22), após permanecer internada no Hospital Estadual Costa das Baleias (HECB) desde o dia 11 de outubro, quando foi baleada no mesmo bairro.

Procedimentos legais

A Polícia Militar atendeu a ocorrência e realizou o isolamento da área até a chegada da Polícia Técnica (DPT).

A delegada plantonista Drª Andressa Carvalho autorizou o servidor público Ramon a realizar a remoção do corpo para o Instituto Médico Legal (IML) para exame de necropsia e, posteriormente, liberação à família para sepultamento.

Investigação

A motivação e a autoria ainda são desconhecidas. As investigações seguem sob a responsabilidade do delegado titular Dr. Júlio César Telles e sua equipe.

Por: Lenio Cidreira/Liberdadenews

Criança de 4 anos morre após cair em cisterna em Teixeira de Freitas

 

Teixeira de Freitas: Uma criança de 4 anos morreu afogada na tarde da última sexta-feira, 23 de outubro, por volta das 13h05, após cair em uma cisterna na Travessa Venezuela, bairro Ulisses Guimarães, em Teixeira de Freitas, no extremo sul da Bahia.

De acordo com informações da 87ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), acionada pelo CICOM/190, a vítima foi resgatada por populares e encaminhada ao Hospital Sagrada Família (HSF), onde deu entrada sem sinais vitais. Segundo relatos da mãe à polícia, a criança teria caído acidentalmente no reservatório, localizado no quintal da residência de uma vizinha.

Durante a avaliação do corpo na unidade hospitalar, a médica plantonista, constatou lesões na região anal da criança, sugestivas de possível violência sexual. A informação, no entanto, só será confirmada ou descartada após a necropsia no Instituto Médico Legal (IML) de Teixeira de Freitas, para onde o corpo foi removido.

Conforme apurado, a médica que atestou o óbito relatou que a criança apresentava lesões pelo corpo e lesão no ânus, quadro sugestivo de violência sexual — dado que será oficialmente esclarecido pelo laudo pericial.

A ocorrência foi registrada na Delegacia Territorial de Teixeira de Freitas, inicialmente como "morte a esclarecer sem indício de crime", em razão da queda na cisterna. A delegada plantonista Dra. Andressa Carvalho autorizou a remoção do corpo, e o caso foi encaminhado ao delegado titular, Gilmar de Meireles Prates, para prosseguimento das investigações.

Foram expedidas guias de exames periciais e ofício à Polícia Técnica (DPT), que realizará os exames específicos. A Polícia Civil investiga as circunstâncias do acidente e aguarda o resultado da necropsia para definir os desdobramentos do caso.

Por: Lenio Cidreira/Liberdadenews

Adolescente é perseguido e morto a tiros por dupla em moto

 

EUNÁPOLIS (BA) – Um adolescente de 17 anos foi morto a tiros na madrugada deste domingo (25), no bairro Rosa Neto, em Eunápolis. Vinícius Ferreira Dantas foi atacado por dois homens em uma motocicleta por volta das 3h. Ele tentou fugir, mas foi perseguido e morreu na Rua dos Navegantes.

De acordo com informações colhidas pela polícia, o jovem estava em um estabelecimento próximo ao local do crime. Após sair, seguiu pela Rua dos Navegantes e teria encontrado uma mulher. Os dois conversaram por alguns minutos, até que a dupla se aproximou em uma Honda Pop e efetuou os disparos. Ele foi atingido principalmente no rosto e no tórax.

A mulher não estava no local quando as equipes policiais chegaram. Uma bolsa com documentos dela foi encontrada perto do corpo e recolhida pela polícia. Ela foi identificada como testemunha no boletim. O pai e duas irmãs da vítima estiveram no local após o crime.

INVESTIGAÇÃO

A perícia recolheu cerca de 11 estojos de munição calibre 9 mm no trecho onde aconteceu o ataque. Segundo o relatório policial, os autores também levaram o celular de Vinícius antes de fugir.

Consultas aos sistemas de segurança não localizaram registros criminais ou de atos infracionais atribuídos ao adolescente. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal de Eunápolis. Um inquérito foi instaurado para esclarecer a motivação e identificar os responsáveis.

Fonte: Radarnews

Flávio não reconhece vitória de Lula e diz que pedirá anulação da eleição

 

Flávio Bolsonaro faz pronunciamento após derrota nas urnas eleicoes 2026 metropoles 3

O senador Flávio Bolsonaro (PL), derrotado no segundo turno das eleições presidenciais de 2026, afirmou, na noite deste domingo (25/10), que irá pedir anulação do pleito.

Ele criticou a decisão do ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), em prorrogar o tempo de votação, e o acusou de favorecer o presidente reeleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

“O que aconteceu no dia de hoje não foi algo normal, foi algo inclusive inaceitável. O ministro da Suprema Corte, pela primeira vez na história, ex-advogado do Lula, dá uma canetada a pedido de um ex-sócio dele, que muda a regra do jogo, no meio do jogo. Às 17 horas e um minuto, o ministro Zanin, que não faz parte do Tribunal Superior, atropelando a Justiça especializada, com uma decisão, prorrogando por duas horas a eleição.

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Kassio Nunes Marques, explicou, neste domingo (25/10), a demora em decidir sobre a extensão do horário do fechamento das urnas. Pela lei, o horário é até as 17 horas. No entanto, eleitores relataram dificuldade em exercer o direito em cerca de 10 estados e o ministro Cristiano Zanin, do STF, ampliou para as 19h.

As campanhas do PT e do PL recorreram ao Supremo para pedir a prorrogação do tempo de votação. Flávio, no entanto, alegou que a decisão pode ter favorecido o adversário.

“Eu nunca vou saber se um estado onde as ruas não foram reabertas, quantos votos eu poderia ter. É inexplicável o que aconteceu. Inclusive, nas palavras de algum ministro aí que a própria imprensa cumpriu, as eleições deveriam ter sido anuladas”, disse.

Segundo o candidato do PL, sua equipe irá recorrer na Justiça para pedir a anulação do pleito.

“E o que eu tenho que falar aqui agora é que é impossível, é impossível reconhecer os estados de eleições no contexto como essas coisas aconteceram”, acrescentou.

Vitória de Lula

Em uma vitória histórica, Lula foi reeleito pela quarta vez ao cargo.  Ele derrotou o senador, que terminou o primeiro turno na liderança da disputa, mas foi superado.

O petista teve 51,79% dos votos válidos e Flávio 48,21%.

Desde a adoção do sistema de dois turnos, na Constituição de 1988, nunca um candidato que terminou a primeira fase em desvantagem havia conseguido reverter o resultado em uma eleição presidencial.

Lula chefiará o Executivo federal pela quarta vez, em outro feito inédito na história do Brasil. Ele esteve à frente do governo de 2003 a 2006, no primeiro mandato, e de 2007 a 2010, no segundo. Em 2022, retornou à Presidência para um terceiro mandato, iniciado em 2023 e que termina no início de 2027. Agora, permanecerá no cargo até os primeiros dias de 2031.

domingo, 25 de outubro de 2026

Apuração no Exterior: veja onde Flávio e Lula ganharam em cada país


 Os primeiros resultados da apuração dos votos dos brasileiros no Exterior indicam uma abstenção menor dos eleitores às urnas.

Por volta das 14h do horário de Brasília, o TSE já havia divulgado os dados dos boletins de urnas de pelo menos 48 países. Até esta parcial, a taxa de comparecimento estava 7,6% maior do que na comparação com o 1º turno, no dia 5 de outubro, nestes mesmos locais.

Os dados parciais indicam que o candidato do PT, Luiz Inácio Lula da Silva, soma 51,1% dos votos válidos no Exterior, enquanto enquanto o candidato do PL, Flavio Bolsonaro tem 48,9%.

Entre os países da Europa com dados já divulgados, Lula tem 70,5% e Flávio 29,5%. No primeiro turno Lula encerrou a votação com 70,0% e Flávio com 30,0% nestes mesmos países.

Na África, os dados parciais indicam que Lula tem 51,3% dos votos válidos e Flávio 48,7%. Nas mesmas seções do 1º turno Lula obteve 49,3% e Flávio 50,7%.

Na Ásia e Oriente Médio, Flávio obteve 69,9% e Lula 30,1%. No primeiro turno Flávio encerrou a votação com 70,9% e Lula com 29,1%.

Na Oceania, Lula tem 64,3% e Flávio 35,7% dos votos válidos, índice praticamente igual ao primeiro turno, com 64,5% e 35,7%, respectivamente.

Confira a votação nos países com dados de boletim de urna já divulgados até às 14h (horário de Brasília):

Europa

Alemanha (14 de 62 seções)

  • Lula: 79,6% (foram 79,4% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 20,4% (foram 20,6% no 1º turno)

Espanha (30 de 52 seções)

  • Lula: 60,9% (foram 60,4% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 39,1% (foram 39,6% no 1º turno)

França (9 de 38 seções)

  • Lula: 86,2% (foram 84,7% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 13,8% (foram 15,3% no 1º turno)

Suíça (19 de 34 seções)

  • Lula: 58,8% (foram 55,7% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 41,2% (foram 44,3% no 1º turno)

Países Baixos (17 seções)

  • Lula: 80,1% (foram 81,1% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 19,9% (foram 18,9% no 1º turno)

Bélgica (13 de 14 seções)

  • Lula: 59,0% (foram 56,3% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 41,0% (foram 43,7% no 1º turno)

Suécia (7 seções)

  • Lula: 78,3% (foram 77,8% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 21,7% (foram 22,2% no 1º turno)

Áustria (5 seções)

  • Lula: 75,0% (foram 75,9% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 25,0% (foram 24,1% no 1º turno)

Dinamarca (4 seções)

  • Lula: 85,1% (foram 85,7% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 14,9% (foram 14,3% no 1º turno)

Noruega (3 seções)

  • Lula: 76,8% (foram 74,9% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 23,2% (foram 25,1% no 1º turno)

Finlândia (2 seções)

  • Lula: 74,8% (foram 75,4% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 25,2% (foram 24,6% no 1º turno)

Grécia (2 seções)

  • Flávio Bolsonaro: 54,9% (foram 54,0% no 1º turno)
  • Lula: 45,1% (foram 46,0% no 1º turno)

Hungria (2 seções)

  • Lula: 75,2% (foram 78,1% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 24,8% (foram 21,9% no 1º turno)

Polônia (1 seção)

  • Lula: 75,1% (foram 73,8% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 24,9% (foram 26,2% no 1º turno)

Tchéquia (1 seção)

  • Lula: 77,9% (foram 79,9% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 22,1% (foram 20,1% no 1º turno)

Estônia (1 seção)

  • Lula: 82,9% (foram 88,2% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 17,1% (foram 11,8% no 1º turno)

Eslovênia (1 seção)

  • Lula: 70,5% (foram 70,9% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 29,5% (foram 29,1% no 1º turno)

Chipre (1 seção)

  • Lula: 53,7% (foram 54,5% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 46,3% (foram 45,5% no 1º turno)

Croácia (1 seção)

  • Lula: 54,4% (foram 63,0% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 45,6% (foram 37,0% no 1º turno)

Eslováquia (1 seção)

  • Lula: 77,0% (foram 72,9% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 23,0% (foram 27,1% no 1º turno)

Sérvia (1 seção)

  • Lula: 72,9% (foram 69,8% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 27,1% (foram 30,2% no 1º turno)

África

África do Sul (2 seções)

  • Flávio Bolsonaro: 57,9% (foram 60,2% no 1º turno)
  • Lula: 42,1% (foram 39,8% no 1º turno)

Angola (1 seção)

  • Lula: 58,6% (foram 59,3% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 41,4% (foram 40,7% no 1º turno)

Moçambique (1 seção)

  • Flávio Bolsonaro: 52,0% (foram 55,9% no 1º turno)
  • Lula: 48,0% (foram 44,1% no 1º turno)

Egito (1 seção)

  • Lula: 78,9% (foram 79,3% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 21,1% (foram 20,7% no 1º turno)

Quênia (1 seção)

  • Lula: 64,4% (foram 60,5% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 35,6% (foram 39,5% no 1º turno)

Ásia e Oriente Médio

Japão (119 seções)

  • Flávio Bolsonaro: 80,1% (foram 82,5% no 1º turno)
  • Lula: 19,9% (foram 17,5% no 1º turno)

Líbano (13 seções)

  • Lula: 68,2% (foram 69,0% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 31,8% (foram 31,0% no 1º turno)

Israel (5 seções)

  • Flávio Bolsonaro: 80,8% (foram 85,0% no 1º turno)
  • Lula: 19,2% (foram 15,0% no 1º turno)

Emirados Árabes (5 seções)

  • Flávio Bolsonaro: 54,6% (foram 56,3% no 1º turno)
  • Lula: 45,4% (foram 43,7% no 1º turno)

China (4 seções)

  • Lula: 65,3% (foram 64,4% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 34,7% (foram 35,6% no 1º turno)

Palestina (3 seções)

  • Lula: 95,6% (foram 95,9% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 4,4% (foram 4,1% no 1º turno)

Jordânia (2 seções)

  • Lula: 90,5% (foram 92,0% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 9,5% (foram 8,0% no 1º turno)

Singapura (2 seções)

  • Lula: 63,8% (foram 67,4% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 36,2% (foram 32,6% no 1º turno)

Síria (1 seção)

  • Lula: 90,6% (foram 93,3% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 9,4% (foram 6,7% no 1º turno)

Catar (1 seção)

  • Flávio Bolsonaro: 55,1% (foram 54,1% no 1º turno)
  • Lula: 44,9% (foram 45,9% no 1º turno)

Taiwan (1 seção)

  • Flávio Bolsonaro: 58,0% (foram 58,2% no 1º turno)
  • Lula: 42,0% (foram 41,8% no 1º turno)

Coreia do Sul (1 seção)

  • Lula: 64,3% (foram 63,1% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 35,7% (foram 36,9% no 1º turno)

Turquia (1 de 2 seções)

  • Lula: 77,2% (foram 75,0% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 22,8% (foram 25,0% no 1º turno)

Arábia Saudita (1 seção)

  • Lula: 61,3% (foram 70,3% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 38,7% (foram 29,7% no 1º turno)

Tailândia (1 seção)

  • Flávio Bolsonaro: 51,7% (foram 56,0% no 1º turno)
  • Lula: 48,3% (foram 44,0% no 1º turno)

Filipinas (1 seção)

  • Flávio Bolsonaro: 59,1% (foram 55,9% no 1º turno)
  • Lula: 40,9% (foram 44,1% no 1º turno)

Indonésia (1 seção)

  • Flávio Bolsonaro: 60,5% (foram 70,4% no 1º turno)
  • Lula: 39,5% (foram 29,6% no 1º turno)

Malásia (1 seção)

  • Flávio Bolsonaro: 51,8% (foram 38,0% no 1º turno)
  • Lula: 48,2% (foram 62,0% no 1º turno)

Índia (1 de 2 seções)

  • Lula: 52,1% (foram 48,0% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 47,9% (foram 52,0% no 1º turno)

Kuwait (1 seção)

  • Lula: 78,5% (foram 81,8% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 21,5% (foram 18,2% no 1º turno)

Oceania

Austrália (29 seções)

  • Lula: 63,5% (foram 63,9% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 36,5% (foram 36,1% no 1º turno)

Nova Zelândia (5 seções)

  • Lula: 80,5% (foram 78,5% no 1º turno)
  • Flávio Bolsonaro: 19,5% (foram 21,5% no 1º turno)