Do Bahia Notícias
“Temos que saber se houve excesso de ambas as partes, tanto se eles tomaram algum tipo de substância, devido ao nível de participação e concorrência, além do papel administrativo”, pontuou Barbosa, em entrevista ao Bahia Notícias.
De acordo com ele, a investigação irá não só aguardar o resultado do exame de toxicologia, como também coletar depoimentos de familiares e dos médicos que fizeram os primeiros atendimentos ao grupo.
“Todos tinham atestado médico que os deixavam aptos. Outros policiais fizeram o teste e não tiveram problemas. A gente precisa avaliar as provas de laboratório e as informações. O resultado é muito amplo. Identificar determinadas substâncias tem que ser por exclusão”, considerou o secretário, ao não estimar um prazo para que haja elucidações. “Queremos o mais rápido possível”, completou.
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