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sábado, 4 de março de 2023

Princesinha do pó: traficante recebeu R$ 35 mil de Auxílio Brasil


 

Rentável, o lucro com o tráfico de drogas, especialmente o de cocaína e crack, pode alcançar percentuais que se aproximam dos 500%. Mesmo com os altos rendimentos, uma das traficantes presas nesta sexta-feira (3/3), durante a Operação Bad Nurse, da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), encheu o bolso graças aos auxílios oferecidos pelos governos federal e do DF.

A coluna Na Mira apurou que Lorrane Santos da Rocha, 26 anos, conhecida como Princesinha do pó, embolsou cifras superiores a R$ 35 mil bancados dos benefícios como Bolsa Família, Auxílio Brasil, o antigo Auxílio Emergencial, além de programas locais como o DF sem Miséria e o DF Social. Os valores pagos mensalmente compreendem os anos de 2020 e 2023.

De acordo com o Portal da Transparência do Governo Federal, desde o início dos repasses em 2020, a traficante abocanhou R$ 4.087 de Auxílio Brasil, R$ 9.618 do antigo Auxílio Emergencial e R$ 21.396 de Bolsa Família / Auxílio Brasil. Além da quantia que ultrapassa os R$ 35 mil transferidos pelo Governo Federal, a traficante ainda é contemplada com repasses do GDF.

Veja imagens da princesinha do pó:

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Enfermeira do tráfico

Lorrane é filha de Suelene Santos Soares, a enfermeira do tráfico, também presa na operação Bad Nurse. Segundo as apurações policiais, a profissional da saúde criou uma rede de vapores, responsáveis pela distribuição de drogas na região da Rodoviária do Plano. A maioria era morador de rua e garotas de programa que vagam pelas ruas do SCS.

A mulher possui uma sala comercial, na área central, usada de apoio para a distribuição de crack. A filha da enfermeira, também suspeita de integrar o esquema criminoso, é outro alvo da operação.

Os investigadores descobriram uma artimanha da enfermeira do tráfico. Para fugir de olhos curiosos e, principalmente das viaturas da Polícia Militar que patrulham a região, a traficante costuma escalar as árvores e permanecer sentada durante horas nos galhos mais altos.

Há mais de 10 anos traficando na área central, a mulher costumava apenas fazer sons com a boca para chamar a atenção dos usuários ávidos por uma pedra.

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