
Após um período de intensas buscas e crescente angústia, Cristiane Bispo dos Santos, 44, finalmente reapareceu nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira (14). A notícia foi recebida com alívio por familiares e amigos que vinham mobilizando esforços para localizar a mulher desaparecida.
Cristiane, visivelmente abalada e chorando muito, comunicou aos seus familiares que estava em Itabuna durante o período de seu desaparecimento. Em um relato emocionado, ela expressou o desejo de ficar sozinha, justificando que estava passando por um período de intenso sofrimento, o que a levou a tomar a decisão de se afastar e não dar notícias.
De acordo com informações da família, Cristiane havia desaparecido entre a madrugada de sábado e domingo passados, logo após uma conversa telefônica com seu namorado e motorista por aplicativo, Maurício.
O filho de Cristiane, Arthur dos Santos Nascimento, tomou a iniciativa de registrar um boletim de ocorrência sobre o desaparecimento de sua mãe, e na última terça-feira (12), foi ouvido na delegacia. O namorado de Cristiane, Maurício, apresentou-se voluntariamente na delegacia e também prestou depoimento às autoridades, sendo posteriormente liberado.
A comunidade da Morada do Porto, onde Cristiane reside, mobilizou-se em uma demonstração de solidariedade e apoio à mulher desaparecida. Agora, ela encontra-se em sua residência, sob os cuidados da família e de pessoas próximas, que esperam proporcionar o apoio necessário para que Cristiane supere esse difícil momento.
É fundamental ressaltar a importância de cuidar da saúde mental, pois desempenha um papel crucial em nosso bem-estar geral. Assim como cuidamos do nosso corpo físico, devemos dar a devida atenção à nossa saúde mental, uma vez que impacta diretamente em nossa qualidade de vida, relacionamentos, etc.
Infelizmente, nem todos têm igual acesso aos recursos e suporte necessários para cuidar da saúde mental. As desigualdades socioeconômicas, barreiras geográficas e o estigma em torno de questões relacionadas à saúde mental podem limitar o acesso de muitas pessoas a serviços de qualidade. Portanto, é um dever da sociedade e dos governos trabalhar para reduzir essas disparidades, tornando os cuidados com a saúde mental mais acessíveis e inclusivos. Informações: FR notícias.
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