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quinta-feira, 23 de abril de 2026

PM prende policiais suspeitos de matar empresário com 23 tiros

 Daniel Patrício Santos de Oliveira

Dois policiais militares foram presos em flagrante após a morte do empresário Daniel Patrício Santos de Oliveira (foto em destaque), de 29 anos, durante uma abordagem na madrugada desta quarta-feira (22/4), na Pavuna, Zona Norte do Rio de Janeiro. A prisão foi determinada pela Corregedoria da Polícia Militar após a análise de imagens das câmeras corporais indicar indícios de homicídio doloso na ação.

Daniel voltava de um pagode com três amigos quando o carro em que estavam foi interceptado por agentes do 41º BPM (Irajá), que realizavam patrulhamento na região. Durante a abordagem, o veículo foi alvo de diversos disparos, e o empresário acabou atingido. Ele não resistiu aos ferimentos.

Segundo a Polícia Militar, a decisão de prender os agentes ocorreu após apuração conjunta da Corregedoria Geral da corporação e da 2ª Delegacia de Polícia Judiciária Militar, que apontou possíveis indícios de crime nas imagens das câmeras operacionais portáteis (COPs)

O caso também é investigado pela Polícia Civil, por meio da Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). As armas dos policiais foram apreendidas, e testemunhas devem ser ouvidas nos próximos dias. A perícia foi realizada no local, mas ainda não há confirmação oficial sobre o número de disparos efetuados.

No entanto, segundo relatos da família divulgados pela TV Globo e pelo jornal O Dia, Daniel teria sido atingido por 23 disparos.

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Crime

A irmã da vítima afirmou que um dos tiros acertou a cabeça e descreveu a cena. “Desconfiguraram e destroçaram o rosto dele. Minha mãe não vai poder olhar para o meu irmão de novo”, disse.

Familiares também sustentam que não houve reação por parte dos ocupantes do veículo e que não havia arma dentro do carro.

Além da violência da abordagem, a morte interrompeu planos que estavam prestes a sair do papel. Segundo a família, Daniel se preparava para deixar o Rio de Janeiro em busca de mais segurança ao lado da companheira.

Daniel era dono de uma loja de produtos eletrônicos na região e morava no bairro havia mais de 20 anos. Ele deixa esposa e uma filha de 4 anos.

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