
O corpo do taxista foi levado para o município, mas precisou ser devolvido ao Instituto Médico Legal da capital baiana porque era de outra pessoa. A mulher do taxista assumiu a culpa pela troca: “Estava desesperada, ansiosa pra trazer logo o corpo dele, aí o rapaz me mostrou um corpo lá em cima, então pensei que fosse o de Edvaldo. Quando eu estava vindo de ônibus me avisaram pelo telefone que era outra pessoa que estava no caixão”, explicou, em entrevista ao site Giro em Ipiaú. O taxista era conhecido na cidade como Carrancudo e passou mal após se submeter a pequeno procedimento cirúrgico, seguido de hemorragia interna.
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