Com o golpe, cibercriminosos podem instalar extensões que acessem dados pessoais e bancários em navegadores web, como Chrome e Firefox. Os infectados pelo vírus têm seusperfis "roubados", o que instala um ciclo vicioso do malware. Ao clicar no link malicioso, hackers passam a ter acesso a sua conta e publicam, em seu nome, as marcações em páginas fraudulentas de escândalos ou promoções, comumente usadas para a prática de golpes virtuais. Ao receberem a notificação de marcação e clicarem na urls, os amigos do usuário são infectados e passam o vírus adiante.
Nas páginas de promoções o golpe é praticado de forma ainda mais convincente, uma vez que são solicitados cadastros para concorrer a sorteios. Além disso, esses dados também podem ser adquiridos por empresas fictícias que buscam realizar uma lista de "mail marketing".
"Fui marcada por um amigo em uma publicação do Facebook. Lá constava uma fan page com diversas promoções, e na que eu cliquei, me direcionava a um site onde eu supostamente concorreria a um carro. Como se tratava de um amigo de confiança, resolvi me inscrever. Conforme fui me cadastrando e respondendo as perguntas, estranhei um pouco, mas ainda assim continuei. Depois de finalizar o cadastro perguntei para ele se ele acreditava nessas ofertas, e ele não sabia do que eu estava falando, afirmando não ter me marcado em nada. Pedi para ele olhar suas atualizações recentes, e nas últimas apareceu a marcação que ele fez, sendo que nem ele mesmo sabe de onde isso surgiu", contou ao TechTudo a jovem de 21 anos que preferiu não se identificar.
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