A família de Maria integra o grupo de 72% de beneficiários adultos do programa de transferência de renda que, de acordo o MDS (Ministério de Desenvolvimento Social e Combate a Fome), trabalham tanto no mercado formal quanto no informal.
Maria Silvani encara o benefício como uma ajuda e, para ela, não dá para “se escorar” no Bolsa Família.
— Eu faço “biquinhos”, trabalho de vez em quando para ajudar na renda e, na porta de casa, tenho uma lojinha para vender salgadinhos e doces, é um dinheirinho que entra para comprar um pão, uma coisinha. [O Bolsa Família] ajuda demais, principalmente para comprar coisas que faltam do colégio, caderno, lanche. Ajuda na alimentação também, fruta, verdura. Minha vida melhorou porque [o benefício] sempre sai no final do mês, quando a gente não tem mais dinheiro, ai é sempre na época que ta faltando alguma coisa, quando recebo o dinheiro é um alívio, porque dá pra comprar o que falta.
R7
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