Através de nota, a Prefeitura de Maricá informou que desconhecia o processo contra Gabriela e que seu vínculo profissional era com a Organização Social (OS) contratada para gerir o hospital. Segundo o comunicado, os dois registros profissionais da médica estão válidos o que permitia que ela trabalhasse normalmente. Apesar disso, depois da divulgação do caso, a administração municipal resolveu demitir a profissional.
Crime brutal
Gabriela Corrêa foi condenada, em março deste ano, a 46 anos e seis meses de prisão pelos crimes de formação de quadrilha, extorsão, cárcere privado, homicídio triplamente qualificado e destruição e ocultação de cadáver. Ela é uma das integrantes do chamado “bando da degola”, que é considerado pelo 2º Tribunal de Júri de Belo Horizonte responsável pelas mortes dos empresários Fabiano Ferreira Moura e Rayder Santos Rodrigues. Os dois foram sequestrados, torturados e assassinados dentro de um apartamento no bairro Sion, no Centro da capital mineira, em abril de 2010. O grupo é chamado assim porque decapitou as vítimas na tentativa de dificultar a identificação dos corpos.
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