Madrasta de Isabella Nardoni, Anna Carolina Jatobá é solta em Tremembé
São Paulo –Anna Carolina Jatobá foi solta nesta terça-feira (20/6) depois de passar mais de 15 anos presa pela morte da enteada,Isabella Nardoni, em março de 2008, emSão Paulo. Agora, ela cumprirá pena em regime aberto. A madrasta de Isabella foi condenada a 26 anos de prisão. O pai, Alexandre Nardoni, segue detido.
A informação foi confirmada pela Secretaria da Administração Penitenciária. “A Secretaria da Administração Penitenciária informa que cumpriu a decisão judicial proferida pela 2ª Vara das Execuções Criminais de Taubaté que beneficiou Ana Carolina Jatobá com a progressão ao regime aberto”, disse, em nota. “A reeducanda saiu nesta terça-feira (20), às 19h45, da Penitenciária Feminina I de Tremembé”, completou.
Procurado, o advogado de Anna Carolina, Roberto Podval, afirmou que “a progressão era esperada e juridicamente correta”.
Isabella Nardoni, morta em 2008 após ser jogada da janela de um prédio pelo pai, Alexandre Nardoni, e pela madrasta, Anna Carolina Jatobá
Simulação de como estaria Isabella Nardoni com atualmente com 19 anos de idade Reprodução
Ana Carolina Oliveira e a filha, Isabella Nardoni
Durante as investigações, Alexandre e Anna Carolina Jatobá chegaram a acusar a presença de um intruso no imóvel. Contudo, a perícia indicou que não havia desconhecidos no local e apontou o pai e a madrasta da menina como responsáveis pelo crime. Ambos foram presos por homicídio doloso qualificado por motivo torpe, crueldade e impossibilidade de defesa da vítima Reprodução
Ana Carolina refez a vida após a tragédia
Isabella Nardoni Reprodução
Isabella tinha 5 anos
Isabella Nardoni, morta em 2008 após ser jogada da janela de um prédio pelo pai, Alexandre Nardoni, e pela madrasta, Anna Carolina Jatobá
Simulação de como estaria Isabella Nardoni com atualmente com 19 anos de idade Reprodução
Na ocasião, a defesa da madrasta recorreu ao STJ porque a Justiça em São Paulo exigiu que um teste psicológico de Rorschach fosse realizado para embasar o pedido de progressão da pena.
“Não importa que o crime é horrendo. O que eu penso sobre o crime ou o que outros pensam, pouco importa. O que importa é o que a lei determina e é o que está sendo cumprido”, afirmou o ministro Messod Azulay Neto, relator do pedido.
Nenhum comentário:
Postar um comentário