O site IG entrevistou alguns evangélicos que defendem uma maior liberalidade ao tratar desses assuntos. Cláudia (nome fictício), uma evangélica de 40 anos de idade, afirma que somente após dez anos de casamento está conseguindo aproveitar o sexo com o marido. Para ela, as coisas estão mudando. Gostou de ter lido os livros sodo-masoquistas da trilogia “50 tons de cinza”. “Eu tinha uma barreira psicológica. Questionava até onde poderia ir e o que era permitido por Deus ali. Já hoje comprei até uma algema”, explica. Frequenta motéis sem preconceito, “Deus mesmo fala que onde eu pisar será santo… Estou me sentindo bem com isso, Deus ainda não me condenou”. Também consome produtos de sex-shop “A ideia de você querer comprar já é um sinal de que você quer e pode usar. Fantasiar dentro do casamento não é pecado”, assegura. “Após mais de dez anos, posso dizer que alcancei a plenitude sexual com meu marido. É incrível isso. Emocionalmente falando, nunca estivemos tão bem.”
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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
Aumenta o número de evangélicos que procuram produtos de sexshop
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