Segundo informações do jornal Extra, o afastamento das funções de policiamento ostensivo é insuficiente para assegurar a livre colheita da prova do crime. Segundo o juiz, apenas a prisão cautelar poderá afastar qualquer temor por parte das testemunhas da morte da jovem.
No documento, o juiz também afirma que as 'imagens do que ocorreu na fatídica madrugada de agosto de 2014 estarreceram o país'. O magistrado também afirmou que o vídeo mostra inúmeros disparos de arma que foram efetuados na direção do HB20, conduta que "ceifou a vida da jovem Haissa e "enlutou uma família inteira". IBAHIA
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