
Ao invés de aumentar, ou, no mínimo ficasse igual, ele foi reduzido, fazendo com que a Defensoria não consiga colocar mais defensores nas Comarcas e aumentar o atendimento para as pessoas que carecem dos serviços”, explicou. Além disso, a presidente da ADEP-BA explicou que os defensores cobram mais respeito da administração da Defensoria Pública, e que ela lute mais pela categoria. “A defensora-geral não respeita algumas questões do trabalho dos defensores. Por exemplo, quando são enviados ofícios, ela não responde”, explicou. Outra reinvindicação feita pela ADEP-BA é a autonomia da Defensoria Pública que, segundo ela, existe na teoria, porém, não há na prática. “A constituição garante a autonomia da Defensoria, tanto financeira quanto legislativa e administrativa. Porém, como o orçamento fica vinculado ao Executivo, o órgão não possui a autonomia de ter o seu próprio orçamento. Isso impede que se possa, por exemplo, nomear todos os aprovados em concurso público”, disse. “Estamos lutando desde 2010 para criar uma comissão chamada ‘Mais Defensores’, para termos mais pessoal e sair desta 3ª posição de pior defensoria do Brasil”, concluiu.
BAHIA NOTICIAS
por Joaquim Castro
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