"Ele sabia que corria esse risco. A família sabia. Tanto que nunca viajava no mesmo avião que o primogênito, João. Assim como ele também evitava viajar no mesmo avião que o avô Arraes. Político que pensa no povo não pode durar muito porque os poderosos não deixam", insinuou Múcio Santana, outro simpatizante do político.
A família de Eduardo Campos ainda não levantou a hipótese de atentado mas o coordenador da campanha do político no Rio de Janeiro, Rubens Bomtempo, afirmou que não acredita que o amigo e companheiro de partido tenha sido vítima de nenhum atentado. "Prefiro nem acreditar numa coisa dessas. Acho que não dá para descartar nada nesse mundo, mas acho que não foi isso. É natural que os pernambucanos tenham esta impressão, já que Eduardo era um grande líder e virou uma espécie de herói regional", disse Bomtempo ao jornal.
IBAHIA
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